No final de 2025 participei da exposição de longa duração "Habitar o /in/visível – Coabitar a cidade", mostra que marca a inauguração oficial do novo centro cultural de Belo Horizonte, a Casa Rosada Gasmig Minas.
A exposição ocupa um casarão histórico de 1929 no bairro Lourdes, sob a curadoria de Marconi Drummond e Maurício Meirelles. A proposta curatorial debate a ancestralidade, as memórias e as camadas invisíveis que integram a formação urbana de Belo Horizonte.
Nesse contexto, apresento a instalação coletiva "Mil Moradas e Uma" (2009), que compõe de 1001 casas de argila executadas por adolescentes em situação de vulnerabilidade. A obra foi selecionada para dialogar com os conceitos de abrigo, identidade e pertencimento propostos pela mostra, utilizando a cerâmica como ponto de conexão entre a matéria e a memória coletiva da cidade.

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